Nossa História

Nossa história começou em 2003 com uma viagem de duas jovens sonhadoras pela Ásia em busca de iniciativas sociais de sucesso, o Projeto Realice. A enorme crença de que o mercado pode e deve resolver problemas sociais no mundo fez com que a semente da Asta fosse plantada.

Do trabalho com um grupo produtivo de 30 mulheres em uma cooperativa de catadores de Campo Grande no Rio, evoluímos para apoiar 60 grupos produtivos. Completamos 10 anos em 2015 e nos sentimos felizes em poder contar um pouco de como tudo começou e como chegamos até aqui.

Veja o vídeo abaixo onde Alice Freitas, nossa Diretora Executiva, relata sua trajetória e como surgiu a Rede Asta. Nele a artesã Ana Lúcia, do grupo Fuxicarte, também conta um pouco de sua história de superação e sucesso.

 

Principais marcos

2005

35 pessoas impactadas

1ª capacitação de mulheres numa cooperativa de catadores em Campo Grande;
Participação na Feira Gift Fair (SP) onde todos os produtos foram vendidos.
 
 

2006

70 pessoas impactadas

Abertura do quiosque no Shopping Tijuca para venda dos produtos das artesãs;
1º financiamento concedido pela Fundação Avina;
1ª encomenda de brindes: 300 porta-retratos para a Dow Química, multinacional americana.

 

2007

400 pessoas impactadas

Surge a ideia da venda direta
Lançamento do 1º catálogo

 

2008

600 pessoas impactadas

Chegada de Rosane Rosa, consultora de varejo.
Início das vendas diretas, com 5 conselheiras
Investimento do Banco Santander
Alice vira fellow da Ashoka

 

2009

1000 pessoas impactadas

Investimentos da IAF Interamerican Foundation e do Instituto Ventura
Prêmio Planeta Casa

 

2010

1500 pessoas impactadas

Construção do 1º planejamento estratégico da Rede Asta 2010 a 2015 com Ashoka e McKinsey.
3º lugar no Prêmio FINEP de inovação social

 

2011

2000 pessoas impactadas

700 conselheiras cadastradas.
Faturamento de R$ 585 mil.
40 grupos produtivos.
Prêmios: 3º lugar na Seleção Internacional de Projetos, Global Development Network –GDN, primeiro financiamento da Accenture

 

2012

2552 pessoas impactadas

Prêmios: Economia Criativa (Ministério da Cultura) e Internacional de Microfinanças (PlaNet Finance).
Investimentos: Edital Fundo Socioambiental da CEF e Fundação Chanel

 

2013

3154 pessoas impactadas

Finalista do Prêmio Folha Empreendedor Social
Começamos a trabalhar com grupos produtivos na Amazônia a convite do Instituto Coca-Cola Brasil
Atingimos 1 milhão de reais em produtos vendidos

 

2014

3372 pessoas impactadas

Mudamos nosso catálogo para novo formato, com histórias de grupos e produtos
Abertura da loja em Ipanema
Começamos a movimentar cadeias de produção para atender pedidos grandes para empresas

 

2015

3880 pessoas impactadas

Certificação como Empresa B
Ganhador do Prêmio UBS Visionários
Participação no programa Winning Women Brasil da EY
Início da Escola das Produtoras em parceria com o Coletivo Artes Coca-Cola

   

O início de tudo

Influenciada por uma viagem que fez pela Ásia para conhecer, catalogar e compartilhar iniciativas nas áreas de educação, saúde e geração de renda, Alice Freitas convidou Rachel Schettino para juntas criarem em 2005 o que hoje se tornou a Rede Asta..  

 As duas empreendedoras partiram juntas para conhecer feiras e artesãs. Foi então que resolveram começar uma capacitação de 30 mulheres numa cooperativa de catadores em Campo Grande, no Rio de Janeiro, ensinando arte com reaproveitamento de jornal. Elas arcaram com todos os custos dessa empreitada. Inclusive, Rachel vendeu o carro para investir no projeto e diariamente enfrentava duas horas de ônibus para chegar a Campo grande. 

 

Para dar as oficinas, contrataram o artesão Edenelson Soares, profundo conhecedor de técnicas artesanais com jornal. E durante seis meses ele, Alice e Rachel desenvolveram o trabalho e essas mulheres foram capacitadas, aprendendo a produzir jogos americanos de jornal. Dessa iniciativa nasceu o primeiro grupo produtivo da Rede Asta: o Mãos Brasil. 

O Instituto Realice fez uma grande encomenda, comprando um estande na GIFT Fair – maior feira de decoração da América Latina – onde conseguiu vender todas as peças. O próximo passo foi vender os produtos criados pelo grupo em lojas de decoração, mas não havia como competir com industrializados vindos da China e Indonésia. Aqui já haviam ampliado o projeto englobando outros sete grupos, dos quais vendiam sua produção em um quiosque no shopping Tijuca, no Rio de Janeiro. O primeiro pedido de brindes corporativos veio em 2006. Foram 300 porta-retratos feitos de jornal pelos artesãos do Mãos Brasil, que abriu as portas da Rede Asta ao mercado corporativo. “Percebemos que as empresas eram clientes promissores. O projeto Mãos Brasil passou a atender esse mercado e hoje vendemos para grandes empresas do país”, diz Rachel. 

 

Esse primeiro grupo foi descontinuado com o tempo. Mas o artesão Edenelson de capacitador acabou se tornando também parte da Rede Asta com seu próprio grupo Mãos Brasil, cujos produtos você pode conhecer aqui.